5 de maio de 2009
MUSEU D'ORSAY

O Museu de Orsay (musée d'Orsay em francês) é um museu na cidade de Paris, na França. Situa-se na margem esquerda do rio Sena no VII arrondissement. As coleções do museu apresentam principalmente pinturas e esculturas da arte ocidental do período compreendido entre 1848 e 1914. Entre outras, estão aí presentes obras de Van Gogh, Monet, Degas, Maurice Denis, Odilon Redon. Existem também exposições temporárias que decorrem paralelamente à exposição permanente.
O edifício, que atualmente alberga o museu, era originalmente uma estação ferroviária, Gare de Orsay, construída para o Chemin de Fer de Paris à Orléans (em português, Caminho de ferro de Paris a Orleães), no local onde se erguera até 1871 um antigo palácio administrativo, o Palais d'Orsay. Foi inaugurado em 1898, a tempo da Exposição Universal de 1900. O projecto foi do arquitecto Victour Laloux.
Em 1939, deixou de ser o terminal da linha que ligava Paris a Orleães devido ao comprimento reduzido do cais, passando a ser apenas uma estação da rede suburbana de caminhos de ferro; e mais tarde, durante a Segunda Guerra Mundial serviu de centro de correios. A estação foi fechada a 1 de Janeiro de 1973.

Em 1977, o Governo francês decidiu transformar o espaço num museu. Foi inaugurado pelo presidente de então, François Mitterrand, a 1 de Dezembro de 1986. Os arquitetos Renaud Bardon, Pierre Colboc e Jean-Paul Philippon foram os responsáveis pela adaptação da estação.
As coleções do museu provêm essencialmente de três locais: do museu do Louvre, as obras de artistas nascidos a partir de 1820, ou que tenham emergido no mundo da arte com a Segunda República; do museu do Jeu de Paume, as obras impressionistas desde 1947; e do museu de arte moderna de Paris, as obras mais recentes. Estas coleções abrangem várias vertentes das artes plásticas tais como a pintura, a escultura, a fotografia entre outras.
Pierre Bonnard, Eugène Boudin, Gustave Caillebotte, Paul Cézanne, Camille Corot, Gustave Courbet, Honoré Daumier, Edgar Degas, Eugène Delacroix, Henri Fantin-Latour, Antoni Gaudí, Paul Gauguin, Vincent van Gogh, Hector Guimard, Jean-Auguste-Dominique Ingres, Gustav Klimt, Édouard Manet, Henri Matisse, Jean-François Millet, Piet Mondrian, Claude Monet, Gustave Moreau, Berthe Morisot, Edvard Munch, Nadar, Camille Pissarro, Pierre Puvis de Chavannes, Pierre-Auguste Renoir, Auguste Rodin, le douanier Rousseau, Paul Sérusier, Georges Seurat, Paul Signac, Alfred Sisley, Henri de Toulouse-Lautrec, James McNeill Whistler


Escultores
François Rude, Jules Cavelier, Jean-Baptiste Carpeaux, Auguste Rodin, Paul Gauguin, Camille Claudel and Honoré Daumier
4 de maio de 2009
Catedral de Notre Dame
Catedral Notre Dame.
Embora a construção desta catedral tenha sido iniciada apenas no século XII, este monumento incorporou-se de tal forma a Paris que parece sempre ter estado ali. Desde a ocupação romana, já havia um templo dedicado a Júpiter neste mesmo local. Alguns séculos mais tarde, com o surgimento do Cristianismo, foi erguida no mesmo endereço uma basílica em estilo romanesco. Apenas em 1163 é iniciada a efetiva construção desta catedral. Na época, Luis VII era o imperador da França, e tinha como objetivo construir uma catedral a altura da importância da França e de sua capital. Para tanto fez questão até de convidar o Papa Alexandre III para vir a Paris colocar a pedra fundamental da obra. Em 1182, o coro da catedral já estava pronto e outros elementos arquitetônicos seriam executados com o passar das décadas e séculos seguintes.
A Nave da Catedral Notre Dame foi finalizada em 1208, a fachada oeste em 1225, a torre oeste em 1250. As capelas laterais foram sendo incorporadas sucessivamente entre 1235 e 1250, o domo entre 1296 e 1330, e o transepto entre 1250 e 1267. Quase 200 anos seriam necessários para que todos os elementos estivessem concluídos e que pudesse chegar-se à complementação da obra, o que só iria ocorrer em 1345. Infelizmente, após este período, a Catedral também conheceu tempos difíceis e de guerras, e durante as Cruzadas, era na Notre Dame que os cavaleiros medievais oravam e pediam proteção antes de partir para o Oriente. Notre Dame também presenciou tempos de dominação estrangeira. Durante a Guerra dos Cem Anos, quando a Inglaterra invadiu e conquistou grande parte da França, o rei Henrique VIII da Inglaterra é coroado na Catedral em 1430.
Durante a revolução francesa diversos tesouros são pilhados ou destruídos. Até os sinos da catedral são objeto da revolta popular, e escapam por pouco de serem retirados das torres e fundidos para ter seu metal aproveitado pelos revolucionários. O interior da catedral passa a ser utilizado como depósito de armas e provisões. Atos de vandalismo e obras de embelezamentos executadas por vaidosos políticos e religiosos que querem aparecer mais que a própria Catedral, também trazem danos ao projeto original, fazendo com que surgisse até mesmo um movimento pedindo sua demolição.
Felizmente estas violências não trazem danos irreparáveis, e passado os momentos difíceis, Notre Dame reassume sua vocação de principal templo religioso da cidade. Um dos momentos marcantes de sua história ocorre em 2 de dezembro de 1804, quando Napoleão Bonaparte é coroado Imperador da França no altar da Notre Dame.
Para quem duvida do poder da literatura, e de sua capacidade de motivar multidões, é interessante lembrar que foi graças ao famoso romance de Victor Hugo, O Corcunda de Notre Dame, lançado em 1831, contando a história de Quasímodo e de sua paixão impossível pela cigana Esmeralda, que a sorte da catedral mudou em definitivo. Victor Hugo tinha apenas 28 anos quando concluiu esta obra prima. E graças a seus adoráveis e eternos personagens, ressurge o interesse popular pela Catedral, pela sua arquitetura gótica, e inicia-se um movimento nacional pela reforma e preservação da Catedral, que viria a ser executada entre 1845 e 1865, sob o comando do genial arquiteto Eugène Emmanuel Viollet-le-Duc.
Foi na Notre Dame onde ocorreu a beatificação de Joana d’Arc, em 1909. E no parvis de Notre Dame, em 26 de agosto de 1944, é celebrada a missa pela libertação da cidade da tirania nazista, bem como é realizada a missa de corpo presente pelo falecimento do comandante geral da França durante os anos de resistência, o General de Gaulle, provas definitivas que não existe outro ponto na cidade com tanto prestígio e que represente de tanto a alma de Paris e da França. Pode-se dizer que a própria nação está simbolizada neste monumento com 130 metros de comprimento, 48 metros de largura, 35 metros de altura, pilares com 5 metros de diâmetro e sinos de 13 toneladas.
Ao visitar esta catedral comece observando as esculturas da Galeria dos Reis, ainda em sua fachada externa. Visite, também o tesouro, onde estão guardados vários itens sagrados, inclusive um relicário destinado a guardar a cruz de Jesus Cristo.Aprecie também cada uma de suas capelas e esculturas, cada detalhe de suas rosáceas de vidro colorido e seus portais, ou suas incontáveis Gárgulas, monstros encarapitados nas torres da catedral, e que tinham como função manter os demônios afastados.
Visitantes com mais disposição não devem também deixar de subir as escadas em espiral que conduzem às torres de 68 metros de altura, e apreciar uma das melhores vistas de Paris. Quem sabe ao chegar lá, você não terá a sorte de encontrar pela frente aquele famoso corcunda?... 
19 de abril de 2009
Em casa
18 de abril de 2009
Ainda em Paris
Enfim cheguei ao meu terminal. Fui ver a que guichê deveria me dirigir, pois já estava de "saco-cheio" de carregar aquela mala e decidi fazer o check in de uma vez. Sem mala ainda poderia já no portão de embarque visitar algumas lojinhas.
Quando eu olho para o quadro que anuncia os voos... O que vejo????? Meu voo - ANNULÉ. @&/ç$%&#@#*(*¨%%$¨&







