30 de maio de 2009

PLACE VENDÔME - HOTEL RITZ




Place Vendôme é uma praça em Paris localizada ao norte do Jardim de Tuileries e a leste da Igreja de La Madeleine.

A coluna da praça foi construída em 1810, com o bronze de 1200 canhões retirados aos austríacos e russos, para festejar a vitória de Austerlitz e homenagear os soldados franceses.

Uma curiosidade, a praça só possui três moradores. Um árabe milionário, uma senhora idosa de uma tradicional família francesa e Henri Salvador. No mais os prédios são ocupados pelas joalherias (Van Cleef & Arpels, Dior, Chanel, Boucheron, Chopard) e seus ateliers, pelo hotel, por um ministério do Governo francês e por escritórios de advocacia.

A Praça Vendôme é onde fica o mais famoso Hotel Ritz de Mohamed Al Fayed.

Convertido em um hotel luxuoso por César Ritz, foi aberto em 1° de junho de 1898. Junto com os talentos culinários de Auguste Escoffier, Ritz fez do hotel sinônimo de opulência, serviço e de jantar fino.

O Ritz virou o hotel favorito de muitas pessoas riquíssimas do mundo, e suítes luxuosas foram nomeadas a partir de seus notáveis patronos do passado; entre eles, Ernest Hemingway (a partir de quem um bar no hotel foi nomeado), F. Scott Fitzgerald, Marcel Proust, o rei Eduardo VII do Reino Unido, Elton John, Rodolfo Valentino, Charlie Chaplin, Greta Garbo, Coco Chanel. Chanel fez do Ritz sua residência por mais de trinta anos.

Em 1979, a família Ritz vendeu o hotel para o empresário egípcio Mohamed Al-Fayed, que o renovou e que, em 1988, acrescentou a Escola Ritz-Escoffier de Gastronomia Francesa.
Na noite de sábado de 30 de agosto de 1997, o filho de Mohamed, Dodi Al-Fayed, e sua companheira, Diana, Princesa de Gales, jantaram pela última vez no hotel, saindo deste em uma Mercedes, dirigida pelo chauffeur Henri Paul, e sofrendo um trágico acidente um pouco depois da meia-noite dentro do túnel da Ponte d'Alma, perto do Ritz. Ambos foram declarados mortos, assim como o motorista; somente o guarda-costas sobreviveu.

O Hotel em ficção

A peça Semi-Monde de Noel Coward tomou lugar no Hôtel Ritz. A peça mostra a extravagância, a promiscuidade e a ultimamente vida cíclica de uma elite parisiense fictícia, entre 1924 e 1926.

O hotel foi filmado no filme How to Steal a Million de 1966, com uma romântica cena entre Audrey Hepburn e Peter O'Toole.

No romance Glamorama, de Bret Easton Ellis, um grupo de supermodelos implanta uma bomba caseira no hotel, resultando em seu colapso.

Na comédia de Billy Wilder, de 1957, Love in the Afternoon, Audrey Hepburn inicia seu romance com Gary Cooper, numa suíte do hotel.

Em O Código Da Vinci, o protagonista Robert Langdon fica hospedado no hotel enquanto está em Paris.

No romance The Devil Wears Prada, de Lauren Weisberger, Andrea Sachs e Miranda Priestly ficam hospedadas no hotel enquanto estão em Paris.

Trivialidades

Pamela Churchill Harriman, embaixadora dos Estados Unidos na França durante o governo de Bill Clinton em 1993, morreu no Hôtel Ritz Paris enquanto tomava seu habitual banho de piscina de manhã.

A revista Forbes tem chamado Colin P. Field, balconista chefe do Bar Hemingway no hotel, de "O Maior Garçom de Bar do Mundo".

O Ritz passou por uma grande reforma de três anos que mudou o conceito do hotel. Da estrutura ao uniforme dos funcionários (assinados pela Loro Piana), muita coisa mudou no hotel mais charmoso da Place Vendôme.

Dentre as novidades, a recriação da Suíte Chanel, em homenagem a estilista mais famosa do mundo que morou por 37 anos no Ritz. O quarto ficou bem parecido com o que Madame Chanel ocupou e, na entrada, foi colocado o famoso logo da Maison.

O objetivo deste “novo” Ritz, porém, é investir em serviços, tornando a estadia no hotel uma experiência mais ampla e aconchegante. Nas suítes, travesseiros com fronhas personalizadas. Nos restaurantes do hotel, além do cardápio, o hóspede pode criar o seu próprio prato sem que o chef torça o nariz.

O SPA foi revigorado, a sala de fitness também e até um campo de golfe foi criado no jardim interno do hotel. Se estiver com os filhos, o Ritz disponibiliza baby sitter e até dá um curso de culinária kids para entreter os guris enquanto os pais fazem compras pela cidade.

E, quem sabe, se você der sorte, o próprio Al-Fayed o receberá no lobby do hotel.

www.ritzparis.com15, Place Vendôme 75001 Paris, France Tel.: (+33) 1 43 16 30 30

SAINTE-CHAPELLE



Considerado um dos monumentos mais bonitos de Paris, a Sainte Chapelle foi construída na segunda metade do século XIII por Louis IX, mais tarde Saint Louis, para receber a coroa de espinhos de Cristo e as sagradas relíquias que havia trazido de Constantinopla.

Com um conjunto único de quinze vitrais (como um caleidoscópio e uma grande rosa, formando verdadeiras paredes de luz, a Sainte Chapelle é a verdadeira jóia do gótico francês.



A capela do primeiro andar era de uso exclusivo do soberano e se comunicava por uma galeria com os aposentos reais. A capela do andar térreo era utilizada pelas pessoas que moravam no Palácio Real. A Sainte Chapelle está situada na Ilê de La Cite, no interior do Palácio da Justiça. Existe uma entrada separada para a visita do monumento.



Inscrita na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO.

SORVETES BETHILLON


Fica em Paris, em um dos lugares mais fofos, chiques e bonitos da cidade, a île Saint-Louis. Além desta loja principal há dezenas de outras espalhadas pela cidade vendendo a maravilha.

O diferencial é que o sorvete é mais cremoso do que o normal, seu sabor é muito intenso e no caso do de baunilha, ele vem com as sementinhas da fava – nada de essência!

Existem outros melhores? Não sei quem souber mande a dica.

Com mais de 50 sabores, os mais estonteantes do mundo, a Berthillon é parada obrigatória a todos os amantes de sorvete que visitam Paris. Apesar das filiais espalhadas pela cidade, incluindo uma nos Champs Elysées, o grande charme é a loja original na ilha de St. Louis.

Não será difícil achar o local. Apenas identifique uma fila na ilha e no início estará a loja que vende o mais fino sorvete da Europa. Os sorvetes são divididos em “glaces” ( sorvetes à base de leite) e “sorbets” ( feitos apenas das frutas e seus sucos sem a presença do leite). Mas mesmo que você troque as bolas, não irá se arrepender.

Eles vão do luxuoso e sofisticado sorvete de chocolate, de um negro diabólico e feitura trabalhosa à elegância simples de um estupendo sorvete de baunilha, o melhor do mundo, com sementes de baunilha trituradas misturadas a um sorvete de gosto e aroma profundos.

Também é o lugar perfeito para aqueles desejosos de um sorvete cremoso, ou para os melhores “sorbets” da Europa que trazem toda a profundidade dos sabores das frutas sem qualquer adição de leite ou de creme. A gama oferecida é estupenda: do agudo “sorbet” de limão, ao delicado “sorbet” de melão, à intensa sensação do “sorbet” de morango.

Berthillon utiliza somente ingredientes naturais. Nada de essências. O leite, o creme, os ovos e as frutas são de procedência exclusiva.

A Berthillon é famosa pelo intenso sabor dos seus produtos. O top dos seus sorvetes é o de “marron glacé” disponível a partir do mês de novembro.

Para quem quiser conferir o endereço é:
29-31 Rue Saint Louis en l'ile
75004 Paris

29 de maio de 2009

GRAND PALAIS



O Grand Palais des Beaux-Arts(também chamado de Grand Palais des Champs-Elysées e popularmente conhecido apenas como Grand Palais) é um edifício singular da cidade de Paris. Localiza-se na Avenue Winston Churchill, nas proximidades dos Champs Elysées Faz parte integrante do conjunto arquitetônico formado pelo Petit Palais e pela ponte Alexandre III.


O Grand Palais começou a ser construído em 1897 para albergar a Exposição Universal de 1900, celebrada entre 15 de Abril e 12 de Novembro daquele ano, envolvendo um complexo processo de gestação no qual participaram vários arquitetos no mesmo lugar onde se situava o Palais de l'Industrie, realizado para a Exposição Universal de 1855.

Destacado pelo estilo eclético da sua arquitetura, denominado estilo Beaux-Arts e característico da Escola de Belas Artes de Paris, o edifício reflete o gosto pela rica decoração e ornamentação nas suas fachadas de pedra, o formalismo da sua planta e realizações até então insólitas como o grande envidraçado da sua cobertura, a sua estrutura de ferro e aço à vista e o uso do concreto armado.

Edificado sobre um terreno instável que afetou com o tempo a sua estrutura, depois do seu prolongado e dispendioso restauro empreendido na década de 1990, a sua nave central foi reaberta em 2005 para a celebração de salões e exposições temporárias variadas.

No dia 12 de Junho de 1975, a nave central do edifício foi catalogada como Monumento histórico, classificação que se estendeu no dia 6 de Novembro de 2000 à totalidade dos 40.000 m² do Grand Palais.

Durante a segunda metade do século XIX, as Exposições Universais pontuaram a vida das capitais européias. A imaginação dos arquitetos concorre com a audácia dos organizadores, e cerca de mil imóveis foram destruídos quando a festa terminou, outros tais como a Torre Eiffel (1889) e do Grand Palais (1900), “mudaram a cara” da capital permanentemente.

Quando estávamos em Paris, a exposição em cartaz era Le Grand Monde d'Andy Warhol. Infelizmente não tivemos tempo de vê-la. Porém procurei saber que este artista protótipo da cultura americana, é o grande representante dos anos 60, os anos do rock, do tee-shirt com a efígie do Che, da televisão e da publicidade.

Ausente desta exposição os retratos de Yves Saint Laurent feitos por Warhol. Pierre Bergé, companheiro do costureiro, retirou os quadros por não concordar com a categoria da qual faziam parte. YSL estava ao lado de outros costureiros na categoria denominada +Glamour+. Pierre Bergé pediu ao museu que os quadros fossem pendurados na categoria +Artistes+. Seu argumento é que Saint Laurent foi muito mais que um costureiro, foi um grande artista francês. Os jornais só falam deste pequeno acidente, aumentando assim a publicidade em torno de uma exposição que, com certeza, está sendo bem badalada.

CATACUMBAS DE PARIS

Prometo não colocar muitas fotos, principalmente as "chocantes"... Não visitei as Catacumbas de Paris (isso seria o último lugar que Amanda concordaria em me acompanhar).... Aliás ela NUNCA iria me acompanhar para visitar as Catacumbas e creio que nem a Julia caso estivesse lá conosco em Paris.... Vou aguardar para ir quando o Henrique for comigo à França.





Catacumbas de Paris

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

As Catacumbas de Paris constituem-se em um ossuário subterrâneo localizado na cidade de Paris, França. As Catacumbas foram organizadas em alguns setores do complexo sistema de túneis e cavernas existentes no subsolo de Paris, resultantes de séculos de exploração de pedreiras, desde o período de ocupação romana na cidade. Este sistema de túneis é oficialmente designado "Les Carrières de Paris" (As pedreiras de Paris ou Subterrâneos de Paris) e, embora o ossuário ocupe apenas uma parte dos túneis, todo o sistema é comumente conhecido como "As Catacumbas de Paris" e chega a 300 km de extensão.

A organização do Ossuário iniciou-se em 1785.

Desde o início do século XIX as Catacumbas de Paris estão abertas ao Público e constituíram-se em atração turística importante da cidade desde a organização das visitas em 1867.

Na metade do século XVIII, a maior parte das igrejas de Paris possuía seu cemitério. Entretanto, o crescimento da cidade acumulou gerações e mais gerações de despojos funerários para os quais os cemitérios não ofereciam mais espaço.

Em 1780, o cemitério "des Saints-Inocents", o mais importante da cidade, foi fechado, por demanda da população. A lotação do cemitério era tal que a população vizinha estava adoecendo devido à contaminação provocada pelo excesso de matéria orgânica em decomposição.

Sob orientação de Charles Axel Guillaumont, Inspetor Geral dos túneis de Paris, as primeiras ossadas transferidas saíram do cemitério Saint-Nicolas-des-Champs após as catacumbas terem sido abençoadas, em 4 de abril de 1786.

Inicialmente, as ossadas foram jogadas de qualquer modo nas catacumbas.

Somente na época do Império francês (a partir de 1810), que, sob orientação de Héricart de Thury (1776-1854) as ossadas foram dispostas nos corredores das Catacumbas com certa criatividade artística. Ossos longos, como Fêmur, Tíbia, foram colocados à frente, formando verdadeiras paredes de ossos, adornadas com os crânios em desenhos geométricos. Por trás destas paredes de ossos, foram depositados os ossos menores e mais irregulares.

Durante a Segunda Guerra Mundial membros da Resistência Francesa utilizaram assiduamente os túneis de Paris. Os alemães também se serviram dos túneis, chegando a construir bunkers e casamatas nas suas galerias.

Na segunda metade do século XX, como sempre, os subterrâneos de Paris foram usados por grupos das mais diversas ideologias. Grupos de ativistas políticos, religiosos, artistas, aventureiros, usuários de drogas, e vários outros usavam os subterrâneos para seus propósitos, o que ocorre ainda hoje.

A parte dos subterrâneos ocupada pelo ossuário continua reservada e é aquela à qual os turistas têm acesso com total segurança.

Calcula-se que as Catacumbas de Paris contenham os despojos de 5 a 6 milhões de pessoas.

Os únicos corpos que foram sepultados diretamente nas Catacumbas foram dos mortos nos combates da Revolução Francesa de 28 e 29 de agosto de 1788, na Praça do Hôtel de Ville de Paris, de 28 de abril de 1789, na "Manufacture de Réveillon" e de 10 de agosto de 1792, nas Tulherias.

No romance "O Pêndulo de Foucault" de Umberto Eco, as Catacumbas de Paris são a localização de um pergaminho dos Cavaleiros templários.

As paredes de todo o sistema de túneis de Paris são cobertas de inscrições e Grafitis que datam desde o século XVIII.

Em 1871, membros da Comuna de Paris mataram um grupo de monarquistas em uma das câmaras das Catacumbas.

Victor Hugo usou seus conhecimentos sobre os subterrâneos de Paris ao escrever "Os Miseráveis".

Há grupos de aventureiros que se dedicam a explorar os subterrâneos de Paris além do ossuário. Geralmente o fazem aos finais de semana, como espeleologistas. São chamados de "Kataphiles".

28 de maio de 2009

PONTE ALEXANDRE III





Ponte Alexandre III, considerada por muitos como a mais bela ponte de Paris, é também a mais extensa - com 160m de comprimento e um arco principal de 107,5m.


Esse belo presente do Tsar Alexandre III da Rússia para a França, por ocasião da Exposição Universal de Paris de 1900, foi classificado como monumento histórico em 1975. Simbolizando a amizade franco-russa, solidificada entre o Tsar Alexandre III e o presidente francês Sadi Carnot, a ponte Alexandre III liga a esplanada de Invalides ao Petit e Grand Palais - também construídos para a Exposição Universal.


A pedra fundamental de sua construção foi colocada pelo Tsar Nicolas II da Rússia em 1896 (filho de Alexandre III), sendo a ponte inaugurada em 1900.


Como mostra a aliança franco-russa, a ponte conta com as estatuas "As Ninfas do Sena", que representam a França, e "As Ninfas de Neva", representando a Rússia. A ponte é iluminada por trinta e dois candelabros de bronze.
Os quatro candelabros localizados nas extremidades são os mais ornamentados. Têm ainda duas colunas quadradas de 17m de altura ao norte como ao sul, ambas tendo no topo as estatuas do cavalo alado Pegasus em bronze revestido de dourado, apoiados sobre as patas traseiras. As estatuas que estão ao lado dessas colunas, representam respectivamente "A França de Carlos Magno", "A França
Contemporânea", "A França de Luis XIV" e "A França Renascentista".