26 de maio de 2009

RUE ST. HONORÉ E ARREDORES





Para a maioria das pessoas, quando se pensa em Paris, imagina-se a própria definição do luxo e do bem viver: homens e mulheres lindamente vestidos bebericando às margens do Sena, tendo como pano de fundo a esplêndida arquitetura francesa, ou fazendo compras em lojas especializadas. No que diz respeito ao requinte, a rue du Faubourg St. Honoré é insubstituível com suas vitrines fantásticas.




Veremos a seguir os mais famosos lugares para compras na capital francesa.







Moda Feminina



Paris é o centro da alta costura. Roupas originais de alta costura são criações únicas desenhadas por vinte e três casas inscritas na Féderation Française de La Couture. As regras que determinam a classificação “haute-couture” são rígidas, e muitos estilistas conceituados não estão incluídos.







A maior parte das casas de alta costura estão na rue Du Faubourg St.-Honoré ou perto.



Chanel, Christian Lacroix, Nina Ricci, Yves Saint-Laurent e Christian Dior são algumas.



Grifes italianas e até brasileiras como Carlos Miele podem ser encontradas na rue du Faubourg St. Honoré.

A franco-brasileira Anne Fontaine também tem presença com sua loja de camisaria e um SPA no sub-solo.


25 de maio de 2009

FILME COM FOTOS - PARTE 2

Nossas fotos no L'Hotel des Invalides, na Torre Eiffel, no passeio no Rio Sena e no Centro Georges Pompidou.

FILME COM FOTOS - PARTE 1

Tentei fazer um filme com as algumas fotos que tiramos. Esta é a parte 1.

24 de maio de 2009

RIESLING



Cepa favorita de comerciantes e críticos, e a que mais orgulha do alsacianos, existente na região desde o séc. XV, quando era chamada de Rissling ou Gentil, a Riesling gradualmente suplantou a Sylvaner, cobrindo mais de 20% dos vinhedos, em comparação com 13% em 1969. Se o Riesling alsaciano sofreu devido a imagem fraca dos vinhos mais baratos do outro lado do Reno, também se beneficiou por ter conseguido tornar-se mais rico e amadurecido do que o do norte da Alemanha. Seu caráter varia com o solo, e os mais ricos vêm da argila, enquanto cepas cultivadas no granito ou no calcário levam mais tempo para desenvolver – isto é uma qualidade que os alsacianos reconhecem ao vender seu vinho 18 meses após a colheita.

Maiores Produtores: Paul Blanck, Marcel Deiss, Dirler, Albert Hertz, Kientzler, ostertag, Rolly Gassmann, Schlumberger, Roland Schmitt, Bruno Sorg, Trimbach, Weinbach, Zind humbrecht.

Melhor acompanhamento: Matelote de Poisson (Ensopado de peixe)

PINOT NOIR



Se alguma cepa tinta produz bom vinho na Alsácia, essa é a maior probabilidade de sucesso, mas há muitos exemplos provando seu desafio para os vinicultores. Um problema está em produzir vinho tinto em vez de rosé, o que tem sido abordado pela introdução de novos clones e do uso de fermentadores rotativos, que extraem a cor, possivelmente à custa da delicadeza. A ambição alsaciana de imitar o Borgonha tinto também levou ao uso entusiástico do carvalho novo, muitas vezes tão impróprio quanto uma moldura de ouro numa miniatura de aquarela.




“Os produtores deveriam desistir de copiar o Vosne-Romanné e dar mais atenção a seus em geral deliciosos rosés d’Alsace de cereja e framboesa, que, aliás, combinam muito mais com as garrafas flûte locais do que o tinto escuro e amadeirado”. – Robert Joseph ( editor e fundador da revista Wine).



Maiores produtores: J.B.Adam, Jean Becker, Joseph Cattin, Marcel Deiss, Caves de Eguisheim, Robert Faller, Albert Hertz, Hugel, Roger Jung, KuentzBas, Plaffenheim, de Turckheim, Charles Wantz.



Melhor acompanhamento: Caçarola de carne com legumes.

PINOT GRIS



É misteriosa a história de como um vinho alsaciano veio a partilhar o nome de uma área vinícola húngara, mas, segundo lenda local, em 1565, o barão Lazare de Schwendi, general alsaciano, recebeu quatro mil tonéis de vinho e algumas mudas de vinhas Pinot Grois da cidade húngara de Tokay, como recompensa pela expulsão dos turcos. Hoje a cepa não existe na Hungria, mas ocupa 4% dos vinhedos da Alsácia, produzindo alguns dos vinhos locais de mais estilo, entre o potencialmente ácido Riesling e o possivelmente doce Gewürztraminer. Os alsacianos o chamam de “sultão” e bebem exemplares do vinho, de vendages tardives e sélectionde grains nobles, com foie grãs. Os rótulos registram Tokay-Pinot Gris ou Pinot Gris e, às vezes, o ilegal “Tokay d’Alsace”.





Maiores produtores: Ernest Burn, Bott-Geyl, Dopff et Irion, Kreydenweiss, Ostertag, Schleret, Sorg, Weinbach (Laurence Faller), Zind Humbrecht



Melhor acompanhamento: Foie Grais